O gabinete de um vereador de Caçador, no Centro-Oeste catarinense, e uma agência de publicidade de um município catarinense foram alvos da operação contra fraudes em licitações em Santa Catarina. Foram cumpridos 19 mandados em três cidades: Calmon, Chapecó e Caçador, na manhã desta quarta-feira (4).
Segundo a procuradora de Caçador envolvida no caso, Roberta Ceolla Gaudêncio de Moraes, chegaram denúncias de supostos crimes contra a administração pública em Caçador, que envolveram um agente político.
“Equipes de todo o Estado viajaram para cá para cumprir mandados de busca e apreensão. Não há perspetiva de serem efetuadas detenções, pelo que o objetivo é executar mandados para que possamos ter acesso a mais documentos e elementos destas práticas”, explicou.
Em nota, a Câmara Municipal de Caçador informou que colabora com os órgãos envolvidos na investigação. “A Câmara Municipal esclarece ainda que a investigação é direcionada exclusivamente a um parlamentar da casa, sem envolver os demais vereadores ou servidores”.
O nome do vereador não foi revelado e Roberta Ceolla não deu mais detalhes sobre o caos, já que a investigação segue sob sigilo judicial.
Operação contra fraudes em licitações:
A operação, intitulada Citrus, cumpriu 19 mandados de busca e apreensão em Caçador, Chapecó e Calmon, no Oeste e Centro-Oeste de Santa Catarina. A ação investiga corrupção e fraude em licitações.

A operação investiga crimes contra a Administração Pública relacionados a peculato, corrupção passiva, fraude em licitações, além de associação criminosa e lavagem de dinheiro.
O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas) e o Grupo Especial Anticorrupção, lançado em apoio ao 2º Ministério Público da Comarca de Caçador.
Ainda segundo o Gaeco, a investigação apura a utilização irregular de servidores públicos para fins privados.
Os investigados são suspeitos de receber ilegalmente recursos públicos para direcionar licitações no setor publicitário.
A execução de mandados de busca e apreensão, expedidos pela Vara Criminal da Comarca de Caçador, está concentrada em três municípios catarinenses: Caçador, Chapecó e Calmon.
A operação conta com o apoio técnico da Polícia Científica de Santa Catarina para agilizar a elaboração e conclusão de laudos periciais com extração de provas digitais dos materiais apreendidos.
A investigação prossegue sob sigilo judicial.

Citrus: Operação contra corrupção e fraude em licitações
A operação intitulada “Citrus” está associada ao termo “laranja”, que designa, na linguagem popular, uma pessoa ou entidade utilizada para mascarar a verdadeira origem ou destino de dinheiro ou bens.
A origem do termo é brasileira e é comumente utilizado para descrever indivíduos que permitem que seu nome seja utilizado em transações financeiras para ocultar a identidade do verdadeiro beneficiário.
Gaeco e Geac:
O Gaeco é uma força-tarefa composta, em Santa Catarina, pelo Ministério Público, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Judiciária, Receita Estadual e Corpo de Bombeiros Militar, e tem como objetivo identificar, prevenir e reprimir organizações criminosas.
O Geac é um grupo de integrantes do Ministério Público de Santa Catarina que atua em investigações e ações judiciais de combate à corrupção, cujos fatos revelam maior gravidade ou complexidade.
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