O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Roberto Barroso, afirmou nesta 2ª feira (2 de setembro de 2024), que, embora o acordo entre os Poderes sobre as alterações não tenha sido “perfeito”, deixou a situação melhor do que antes. ele era.
“Saímos melhores do que entramos. Foi perfeito? Não, mas foi melhor do que tínhamos”, afirmou na palestra “Judicialização excessiva e meios extrajudiciais na resolução de litígios”, em evento sobre consensualidade na resolução de litígios, na Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo) .
Segundo Barroso, “houve uma leitura extremamente crítica de que o Supremo não tinha o papel de mediar conflitos entre os Poderes”.
“Ou seja: a existência do conflito e a solução em que houve um vencedor e um perdedor foi mais valorizada do que uma solução em que as partes conseguiram produzir um resultado de forma harmoniosa”, afirmou.
O presidente da Corte foi um dos principais interlocutores para que o impasse entre STF, Congresso e Governo fosse resolvido nos termos de uma conciliação entre os Três Poderes.
O tema foi tema de um almoço no dia 20 de agosto na sede do Tribunal, em Brasília, que durou quase 4 horas e reuniu os 11 ministros do Supremo, o procurador-geral da União, Jorge Messias, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Após uma série de decisões do ministro do STF Flávio Dino, que causaram desconforto aos parlamentares ao impor restrições ao pagamento de aditivos, foi determinado que os recursos devem respeitar critérios de transparência, rastreabilidade e correção, além de discriminar novos critérios para diferentes tipos de alterações.
Também foram mantidas as alterações do Pix, com a necessidade de informar previamente o objeto, a concessão de prioridade para obras inacabadas e a prestação de contas ao TCU (Tribunal de Contas da União).
Também foram pactuados critérios para emendas de bancada e comissão, que são objeto de questionamento no STF.
“ENTERTAR” ALTERAÇÕES DO PIX
O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse nesta segunda-feira (2 de setembro) que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveria “enterrar” o atual modelo de emenda do Pix. O acordo para transformá-las em transferências rastreáveis é o mais avançado, segundo ele.
“Vamos enterrar de uma vez por todas esse modelo de emendas do Pix e ter um modelo de transferência fundo a fundo, do governo federal direto para o Fundo de Participação Municipal, mas um modelo fundo a fundo que possa ser rastreado, ”ele afirmou.
Essa nova sistemática, segundo o ministro, exigiria a apresentação de um objeto da alteração e de um plano de trabalho para que o TCU possa acompanhar a execução daquela obra.
simulador emprestimo pessoal itau
bancoob codigo
quanto tempo demora para o inss aprovar um empréstimo consignado
inss extrato de empréstimo consignado
como fazer empréstimo pelo bolsa família
simulação emprestimo consignado caixa
banco bmg em fortaleza
emprestimo itaú