O ministro do STF, Flávio Dino, acompanhou o relator do processo, Alexandre de Moraes, na votação que determina a suspensão do X em todo o território nacional. A sessão extraordinária realiza-se na plataforma plenária virtual do Supremo Tribunal Federal.
Os ministros Cristiano Zanin, Luiz Fux e Cármen Lúcia, que compõem a Primeira Turma, têm até às 23h59 desta segunda-feira (2) para votar.
Dino acompanha Moraes para suspensão do Twitter
Em seu voto, Alexandre de Moraes afirma que o Marco Civil da Internet prevê a responsabilidade civil do provedor de aplicação de internet por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros e identificado como infrator.
“Mais uma vez, Elon Musk confunde liberdade de expressão com uma liberdade de agressão inexistente, confunde deliberadamente a censura com uma proibição constitucional ao discurso de ódio e à incitação a atos antidemocráticos”, afirma o ministro.
Flávio Dino, acompanhando o relator, destaca que “o cumprimento dos comandos do Judiciário é requisito essencial de civilidade e condição para a possibilidade de um Estado de Direito” e que “essa seletividade arbitrária aumenta a repreensibilidade da conduta empresarial, pois a afasta da esfera do empreendedorismo e coloca-o no plano da pura politicagem e da demagogia”, afirmou.
Além disso, Dino ressaltou ainda que ninguém pode, por conveniência pessoal, decidir quais ordens judiciais irá cumprir. “O poder económico e a dimensão da conta bancária não conferem estranha imunidade de jurisdição”, destacou.

Queda de braço entre Moraes e Musk
O ministro Alexandre de Moraes decidiu bloquear o X no Brasil após uma série de descumprimentos de ordens judiciais do dono da rede social, o bilionário Elon Musk.
Desde a investigação, que ficou conhecida como milícias digitais, o magistrado determinou o bloqueio de contas nas redes sociais de personalidades conhecidas por liderarem grupos políticos que, na opinião do ministro, propagam discursos de ódio e uma ameaça à democracia.
Musk sempre se posicionou contra a suspensão de perfis em sua rede social por entender que isso configura censura. Em abril deste ano, ele ainda prometeu que iria liberar contas que estivessem offline.
A partir de então, o bilionário começou a entrar em conflito com o ministro do STF, que decidiu incluir o empresário na investigação sobre milícias digitais, além de abrir inquérito para apurar qualquer prática de obstrução à Justiça, organização criminosa e incitação ao crime.
*Com informações do R7.
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