O Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) realizou, nesta segunda-feira (12), reunião solene em homenagem a Eduardo Campos, às vésperas dos 10 anos da morte do ex-governador do estado. Com a presença da família, incluindo o prefeito do Recife, João Campos (PSB), os deputados relembraram o legado do líder socialista em Pernambuco.
O Presidente da Casa Legislativa, Álvaro Porto (PSDB) foi o primeiro a falar.
“Mesmo sendo da oposição, sempre que procurei o Eduardo fui recebido com delicadeza e gentileza. Nestes 10 anos, é importante ter seu legado reconhecido. Ele certamente está eternizado no povo pernambucano e no Brasil”, disse o presidente da Alepe, Álvaro Porto.
Em seguida, o autor da proposta de homenagem Diogo Moraes (PSB) relembrou a trajetória do ex-governador.
“Eduardo foi um dos maiores estadistas que este país já teve. Junto com as mortes de Juscelino Kubitschek e Tancredo Neves, a morte de Eduardo foi uma das maiores perdas da história deste país”, disse Moraes, que é o líder do oposição ao governo Raquel Lyra, em Alepe.
Presença
O Governo de Pernambuco, aliás, teve um representante na homenagem: o secretário da Casa Civil, Túlio Vilaçaque chegou atrasado e só se juntou à mesa após discursos dos deputados Álvaro Porto e Diogo Moraes.
Em seguida, apresentou-se um coral da Assembleia Legislativa. Após o momento, a deputada estadual Rosa Amorim (PT) entregou flores à viúva de Eduardo, Renata Campos, e à filha do ex-governador, Maria Eduarda. Enquanto isso, um vídeo contava a história de Eduardo Campos. O coral voltou, mais uma vez, e apresentou “Ai que Saudade D’ocê”, de Vital Farias, e “Madeira do Rosarinho”, de Capiba e Ariano Suassuna.
Foi então a vez do senador Humberto Costa (PT) participe, através de vídeo, na homenagem.
“Sem dúvida, Eduardo faz muita falta para Pernambuco e para o Brasil. Os momentos difíceis que vivemos recentemente seriam muito diferentes se Eduardo Campos estivesse presente. Poucos gestores tinham a capacidade que Eduardo tinha”, disse o petista.
Ano Eduardo Campos
O presidente do PSB, Sileno Guedesfalou então, pessoalmente, destacando que já começou o “ano Eduardo Campos”, que promoverá uma série de homenagens ao líder político até 10 de agosto de 2025, quando o ex-governador completaria 60 anos.
“Ao longo do ‘ano Eduardo Campos’, o partido investirá em diversas atividades para homenagear o legado do homem que seria o presidente de todos os brasileiros”, afirmou o deputado Sileno.
Depois da fala de Sileno, que também foi assessor de Eduardo, chegou a hora de Pedro Camposdeputado federal e filho do ex-governador. O deputado disse que a homenagem apenas mostra que, 10 anos depois, o pai ainda está presente. Em seguida, o prefeito do Recife, João Camposele falou.
“Uma sequência de datas muito delicadas: o Dia dos Pais, o aniversário do meu pai e os 10 anos daquele 13 de agosto de 2014. O que me marca é que todos os dias estou na rua e as pessoas ficam falando dele. que nunca o conheceu, mas criou sentimentos. Isso é muito raro na política.
Após o discurso do prefeito, foi tocado o hino de Pernambuco e o presidente da Assembleia, Álvaro Porto, encerrou a reunião solene. Também estiveram presentes na homenagem Marília Arraes (SD), secretárias recifenses e presidentes de partidos que apoiam o PSB.
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