Quando terminar 2024, cerca de dois mil milhões de eleitores em 66 países de todo o mundo terão tido a oportunidade de escolher novos representantes – desde presidentes de câmara e vereadores a presidentes e primeiros-ministros. Estes são números significativos para eleições em todo o planeta.
Existem dez países nas Américas, incluindo Brasil Isso é NÓS15 em África, 16 na Ásia, 23 na Europa – que também passa por eleições para renovar o Parlamento Europeu – e dois na Oceânia.
Oito dos dez países mais populosos do planeta tiveram ou já tiveram eleições este ano:
- Índia – 1,428 bilhão de habitantes
- Estados Unidos – 334,6 milhões
- Indonésia – 281,6 milhões
- Paquistão – 232,9 milhões
- Brasil – 216,4 milhões
- Bangladesh – 169,3 milhões
- Rússia – 146,1 milhões
- México – 132,7 milhões
Apenas a China (1,425 mil milhões) e a Nigéria (220,5 milhões) ficam de fora desta lista.
Em alguns países, as eleições definem tanto o chefe do Poder Executivo como a distribuição dos assentos no parlamento. É o caso dos Estados Unidos, do Reino Unido e do Uruguai.
Outras nações passam por eleições locais, para escolher, por exemplo, prefeitos e governadores, como na República Dominicana e no Chile.
União Europeia também foi às urnas

Na Europa, pelo menos 23 nações elegeram ou irão eleger novos presidentes e primeiros-ministros ou irão renovar parlamentos nacionais.
Além disso, a União Europeia teve eleições para o Parlamento Europeu. De 6 a 9 de junho, o bloco, formado por 27 países, escolheu 720 eurodeputados. O grupo reúne 373 milhões de eleitores aptos a votar.
Na Oceania, as Ilhas Salomão elegeram um novo primeiro-ministro em Abril. Palau, nação formada por 300 ilhas e habitada por pouco mais de 18 mil pessoas, irá às urnas em novembro. Serão 26 cargos em disputa, entre presidente da República, deputados e senadores.
A Índia é o maior colégio eleitoral
Dos 2 mil milhões de eleitores que já foram às urnas ou que ainda deverão ir às urnas em 2024, quase metade está na Índia: 970 milhões estão elegíveis para votar nas maiores eleições do planeta. A eleição, que começou em abril e durou até junho, elegeu 543 membros do Congresso do país, denominado Lok Sabha. O primeiro-ministro Narendra Modi foi reeleito para um terceiro mandato.
No México, 88 milhões de eleitores puderam votar, em junho, para vereador, governador e presidente da República, eleição vencida, pela primeira vez, por uma mulher: Claudia Sheinbaum.
No Reino Unido, a renovação dos 650 assentos na Câmara dos Comuns, na primeira semana de julho, fez de Keir Starmer o novo primeiro-ministro britânico.
A França, atualmente agitada pelos Jogos Olímpicos de Paris, passou por outra efervescência, desta vez política, há menos de um mês. Nos dias 30 de junho e 7 de julho, os franceses foram às urnas em eleições antecipadas, convocadas pelo presidente Emmanuel Macron, para escolher, em duas voltas, os 577 novos representantes do Parlamento.
Eleições nas Américas
Duas das maiores democracias do mundo – Brasil e Estados Unidos – irão às urnas neste segundo semestre.
No Brasil, são 5.569 municípios que vão eleger prefeitos e vereadores. De todo o território nacional, apenas o Distrito Federal e o arquipélago de Fernando de Noronha não possuem eleição para prefeito, por não serem considerados municípios.
O DF é administrado pelo governador, que também escolhe administradores regionais para as diversas áreas em que está dividido. Fernando de Noronha tem um administrador escolhido pelo governo de Pernambuco, estado ao qual pertence o arquipélago.
No nosso país, existem 155 milhões de eleitores aptos a votar na maior eleição informatizada do mundo. Aqui, tanto a apuração quanto a publicação dos resultados ocorrem no mesmo dia, de forma segura, confiável e auditável, o que demonstra a total segurança e transparência do sistema de votação eletrônica do país.
Estados Unidos escolhe novo presidente
No dia 5 de novembro, os EUA elegem o sucessor de Joe Biden como Presidente da República. Lá, o sistema de votação varia de acordo com cada estado. Os eleitores devem se cadastrar a cada nova eleição e votar por meio de cédulas de papel, urnas eletrônicas ou mesmo cédulas enviadas antecipadamente pelo correio.
O voto é indireto. A população vota nos 538 delegados partidários que representam os candidatos. Mais tarde, confirmam o voto da população. Cada estado tem um número específico de delegados.
Para ser eleito presidente, o candidato precisa conquistar 270 delegados no Colégio Eleitoral. O número de delegados é determinado de acordo com o censo do país. Assim, um candidato pode ganhar mais votos da população, por exemplo, mas perder no Colégio Eleitoral.
Além dos americanos escolherem o novo presidente, também escolherão 34 senadores, 435 deputados e 13 governadores.
Países americanos com eleições em 2024
- El Salvador (4/2, geral)
- Costa Rica (4/2, municipal)
- República Dominicana (19/4, presidencial)
- Panamá (5/5, geral)
- México (2/6, geral e local)
- Venezuela (28/7, presidencial)
- Brasil (6 e 27/10, municipal)
- Chile (27/10, regional e municipal)
- Uruguai (27/10, geral)
- Estados Unidos da América (11/05, geral)
*Com informações de TSE
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