O aumento dos rendimentos do Tesouro dos EUA impulsionou o dólar, especialmente face a moedas de baixo rendimento, como o Japão e a China. Os investidores aguardam ansiosamente o discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, ainda hoje.
Durante a noite, os rendimentos do Tesouro de 10 anos de referência subiram quase 14 pontos base, para 4,479%, um movimento que os analistas atribuem à perspectiva de Donald Trump ganhar a presidência dos EUA, o que pode levar a um aumento nas tarifas e nos empréstimos governamentais.
Hoje, o rendimento da nota de 10 anos caiu ligeiramente em 2 pontos base, fixando-se em 4,4593%. O índice dólar, que compara o dólar com outras seis principais moedas, subiu 0,15%, para 106,00. O foco agora se volta para os dados econômicos e os comentários de Powell, que são esperados para o final do dia.
Os analistas também estão de olho nos números de vagas de emprego nos EUA em maio, o que poderá impactar significativamente o mercado. À medida que o dólar se fortaleceu, desistiu de alguns dos seus ganhos após a primeira volta das eleições em França, que terminaram em grande parte conforme esperado. O euro caiu 0,2%, para US$ 1,0715.
As atenções do mercado estão divididas entre a segunda volta das eleições francesas, este fim de semana, e a postura da política monetária do Banco Central Europeu. Apesar de um ligeiro abrandamento da inflação na zona euro no mês passado, a inflação no sector dos serviços permanece elevada, aumentando as preocupações sobre as persistentes pressões internas sobre os preços.
A presidente do BCE, Christine Lagarde, disse na segunda-feira que o banco precisa de mais tempo para garantir que a inflação se move de forma constante em direção à meta de 2%, e as atuais condições económicas sugerem que os cortes nas taxas não são iminentes.
O iene enfraqueceu para 161,745 por dólar, o seu nível mais baixo em quase 38 anos, principalmente devido ao significativo diferencial de taxas de juro entre os EUA e o Japão. O ministro das finanças do Japão reconheceu a necessidade de vigilância relativamente aos movimentos bruscos do mercado cambial, mas não sinalizou qualquer intervenção imediata.
O iene também atingiu um mínimo histórico de 173,67 em relação ao euro na segunda-feira e manteve níveis próximos desse valor na terça-feira. Além disso, o iene está próximo do mínimo de 33 anos em relação ao dólar, uma vez que as carry trades continuam atractivas.
Apesar dos robustos dados industriais da China e do anúncio do banco central de empréstimos obrigacionistas, o yuan obteve apenas um impulso temporário. O yuan foi negociado a 7,307 no exterior na terça-feira, aproximando-se da mínima de junho.
O euro está a aproximar-se do mínimo de dois meses face ao fortalecimento do dólar, enquanto a recuperação do euro na semana passada foi modesta. O dólar australiano caiu 0,14%, para US$ 0,66515, enquanto os traders examinavam minuciosamente as atas do banco central que discutiam a adequação das políticas atuais para controlar a inflação. Os mercados de swap indicam que há uma chance em três de um aumento das taxas já no próximo mês.
A Reuters contribuiu para este artigo.
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