O Tribunal de Justiça do Rio se posicionou a favor do jogador Neymar após uma disputa judicial envolvendo a regularidade do lago artificial construído em sua mansão, no Condomínio Aero Rural, em Mangaratiba, na Costa Verde.
Em decisão publicada no dia 2, a juíza Adriana Ramos de Mello destacou relatórios do Instituto Estadual do Meio Ambiente (Inea) que descartaram irregularidades ambientais na construção do lago.
Segundo o relatório elaborado pelo órgão, a pedido do Ministério Público do Rio, após fiscalização realizada em janeiro foi constatado que as intervenções na obra não causaram danos ambientais que necessitassem de licenciamento ou controle ambiental por parte do Inea.
O lago foi interditado pelo menos três vezes por decisão da procuradora-geral do município Juraciara Souza Mendes da Silva, que recebeu denúncia da Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura de Mangaratiba.
A secretaria explicou a situação da construção na época com “instalação de atividades sem o instrumento de controle ambiental; movimentação de terra sem autorização; captação irregular de água de um rio que corre na região e houve podas drásticas e retirada de árvores individuais”.
O relatório do Inea destacou que, além da obra não ter impacto ambiental, a terraplanagem foi para implantar o sistema de tratamento de esgoto e biodigestor.
O órgão informou ainda que não houve podas drásticas ou supressão de vegetação e, também, não foi identificado nenhum tipo de captação irregular de água.
Segundo o Inea, ficou comprovado nos autos que o lago artificial foi implantado em 2007 pelo ex-proprietário do imóvel e modificado pelo jogador Neymar e seu pai, Neymar da Silva Santos, que “realizaram reforma paisagística”.
A Justiça então rejeitou recurso da prefeitura que pedia a derrubada de liminar que suspendia os efeitos de ato administrativo que fechou o local e impôs multa ambiental de R$ 16 milhões ao jogador.
Lembre-se do caso
A Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Mangaratiba, na Costa Verde do Rio, recebeu denúncia anônima de crime ambiental no imóvel Condomínio Aero Rural em janeiro do ano passado. Envolveu a construção de um lado artificial.
Na época, os agentes constataram que as obras estavam concluídas no local e o espaço seria utilizado como área de lazer para familiares e amigos do jogador Neymar Jr.
A construção, segundo a denúncia, foi sem licença, envolvendo areia, pedras e até correntes de água que, segundo o município, seriam perdidas no córrego Rio Furado, córrego próximo à região.
As irregularidades na área de mais de mil metros quadrados, que já estava sendo decorada para ser inaugurada com festa, fizeram com que o jogador sofresse quatro infrações, totalizando R$ 16 milhões.
A obra também fez parte de um reality show do grupo Genesis Experience.
Ele foi interditado, mas foi reaberto após o juiz Richard Robert Fairclough, do tribunal único de Mangaratiba, responder a uma liminar apresentada pelo pai do jogador que solicitou a liberação do lago artificial sob a alegação de que a obra estava sujeita a medida. administrativo.
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