Beatriz Dizotti Nesta terça-feira, ela se tornou a primeira nadadora brasileira a se classificar para uma final olímpica ao vivo dos 1.500m. Em sua segunda participação olímpica, a atleta completou a prova em 16h05,40 e avançou na sétima colocação.
“Nas últimas Olimpíadas cheguei em 24º, longe do meu melhor tempo, muito longe”, disse Dizotti. “Hoje ainda não foi a prova perfeita, mas sei que na final pode ser melhor. Estou pronto para nadar melhor à tarde e muito feliz por fazer história”, acrescentou o brasileiro, cujo melhor tempo é de 16min01s95.
Dizotti nadou na mesma série da estrela americana Katie Ledecky, atual campeã olímpica e dona de 11 medalhas olímpicas. Ledecky marcou 15m47s43, longe de seu recorde mundial de 15m20s48, mas ainda o suficiente para se classificar em primeiro lugar. A final dos 1.500m livre feminino acontece na quarta-feira.
A natação brasileira conquistou mais uma classificação na manhã desta terça-feira, em Paris. Guilherme Caribé Ele correu 48,35 nas eliminatórias dos 100m livre e avançou para as semifinais, que acontecem na tarde desta terça-feira e reúnem os 16 melhores. O outro brasileiro na prova, Marcelo Chierighini, fez 49s38 e terminou na 35ª posição.
“Me senti bem nadando. Tem alguns pontos que posso melhorar, adicionar um pouco mais de força e velocidade, mas o primeiro passo foi dado”, disse Caribé. “Agora coloque a cabeça no lugar e descanse.”
Nos 200m borboleta, Nicolas Albiero marcou 1min56s49 e terminou na 18ª colocação e ficou de fora das semifinais. Ele começou bem a prova, estava na quarta posição na virada dos 150 metros na última série, mas se cansou e não conseguiu manter o ritmo nos últimos 50 metros.
“Me senti muito bem nos primeiros 75% da prova e no final tive dificuldade para bater no muro. Infelizmente hoje não foi o meu dia”, disse Albiero, que é filho de brasileiro e passou a maior parte da vida no Estados Unidos. Ele disse que estava honrado em representar o Brasil.
O Brasil encerrou sua participação nas provas de natação com o revezamento 4x200m livre masculino. Formada por Murilo Sartori, Fernando Scheffer, Eduardo Moraes e Guilherme Costa, a seleção brasileira melhorou o tempo de registro e marcou 7min10s26 e terminou na 12ª colocação, quase 2 segundos acima da marca que levaria à final da prova.
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