O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira que até o início de outubro a mineradora Vale assinará um acordo para resolver os problemas jurídicos da mineradora relacionados aos desastres ocorridos em Mariana (MG) e Brumadinho (MG).
— Até outubro resolveremos a questão do acordo com a Vale para resolver o problema de Mariana e Brumadinho. É algo que já dura dez anos, vários compromissos, tentativas de acordo, decisões judiciais e a Vale não cumpre, agora terá que cumprir — disse ele em entrevista à Rádio Vitoriosa, de Uberlândia (MG) esta quinta-feira.
Nomeação e votação no Senado
No final de agosto, o governo anunciou a nomeação de Gabriel Galípolo como presidente do BC. Galípolo é atualmente diretor de Política Monetária, cargo responsável por definir as operações no mercado de câmbio.
A escolha do diretor de Política Monetária do BC já era esperada pelo mercado, devido à sua proximidade com a equipe econômica.
Galípolo assumirá a chefia do BC no lugar de Roberto Campos Neto, que deixará o cargo no final do ano. Ele ainda precisará ser interrogado e ter seu nome aprovado pelo Senado. Caso seja efetivamente nomeado, permanecerá no cargo por quatro anos, podendo ser reconduzido por mais quatro anos.
Sua indicação será votada no plenário do Senado no dia 8 de outubro. A data da audiência, etapa anterior à votação, ainda não foi divulgada. Isso cabe à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
Galípolo começou a visitar senadores esta semana, no tradicional “beijo de mão” antes da sabatina. O relator da indicação é o líder do governo na Câmara, Jaques Wagner (PT-BA).
Em seu primeiro discurso como escolhido para comandar o BC, Galípolo afirmou que a nomeação foi “uma honra, um prazer e uma responsabilidade imensa”.
— A indicação ainda depende de aprovação do Senado, então serei breve em respeitar o arcabouço institucional. Mas quero dizer que, na mesma magnitude, é uma honra, um prazer e uma responsabilidade imensa ser indicado para a presidência do BC pelo ministro Fernando Haddad e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. É uma grande honra, uma grande responsabilidade e estou muito feliz”, disse o diretor.
Poucos meses depois de assumir o cargo de secretário-executivo do Ministério da Fazenda no terceiro mandato do governo Lula, Galípolo deixou o cargo para integrar o conselho de administração do Banco Central, por recomendação do Tesouro. Ele havia assumido a segunda posição do ministério após ingressar na equipe de transição e ser peça importante na campanha de Lula.
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