O governo federal anunciou nesta segunda-feira (12) a assinatura de um acordo para reajustes salariais e mudanças de carreira de servidores do Ministério do Meio Ambiente (MMA), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Chico Instituto Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
O acordo foi feito no âmbito de mesas de negociação específicas conduzidas pelo Ministério de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) e abrange os cargos da Carreira de Especialista Ambiental, Plano de Cargos Especiais do MMA e Ibama (Pecma) e do MMA , Equipe do Ibama e ICMBio.
Este foi o 30º convênio firmado entre o governo federal e categorias de servidores de diversas áreas desde o ano passado.
Pela reestruturação acordada, segundo o relatório do MGI, os cargos de nível superior da carreira de especialista ambiental terão sua tabela remuneratória ampliada, passando de 13 para 20 padrões, sendo dois padrões no final da tabela e cinco na classe inicial.
Haverá também um reposicionamento do servidor dois patamares acima do ocupado atualmente, a partir de janeiro de 2025, além do aumento do salário base na remuneração e aumento do Bônus de Qualificação (GQ), informou o ministério.
Os cargos de nível intermediário da carreira de Especialista Ambiental terão aumento na tabela remuneratória, passando de 15 para 20 padrões, sendo dois padrões no final da tabela e três na classe inicial, também com o reposicionamento do servidor dois padrões acima daquele atualmente ocupado. , a partir de janeiro de 2025, além do aumento do salário base e aumento do Bônus Qualificação (GQ).
O acordo hoje assinado prevê ainda a criação de um grupo de trabalho, com a participação do MGI e do MMA, para avaliar se as carreiras atendem aos requisitos legais para recebimento de remuneração de servidores que atuam em áreas de fronteira, além da possibilidade de criação de um salário adicional por atuação em áreas de risco.
Divergência
Em nota, a Associação Nacional dos Servidores da Carreira Especialista Ambiental (Ascema) confirmou o acordo, que deve pôr fim à greve iniciada no mês passado, mas que já havia sido parcialmente suspensa após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). ).
Para a entidade, porém, o acordo não representa a vontade dos funcionários, que destacaram “decepção” com o governo.
“Quanto à intransigência demonstrada ao longo das negociações, os servidores chegaram a manifestar, em documento enviado ao MGI, insatisfação com o tratamento recebido, criticando o processo como um todo e a falta de diálogo do governo. instalado em 2023, ou seja, foram 11 meses, pois foi o 34º convênio assinado”, informou a associação.
“O acordo foi feito contra a vontade dos funcionários, não se trata de reestruturação de carreira e PECMA, mas sim de um reajuste, em que os funcionários se viram obrigados a aceitar a proposta para não incorrerem em prejuízos ainda maiores. terminar, mas a mobilização vai continuar, temos a COP30 em 2025 e muita luta pela frente, com um calendário de ações a ser traçado nos próximos dias.”
Em relação à remuneração e reposição salarial dos dias parados durante a greve, o MGI informou que aprovará o que for acordado entre os empregados, o MMA e suas autoridades e empresas vinculadas, como Ibama, ICMBio e Serviço Florestal.
Até o final da semana, um novo acordo sobre esses pontos deverá ser alcançado, com a volta dos salários cortados durante o período de greve.
A Ascema Nacional informou ainda que irá convocar, com carácter de urgência, o conselho de entidades para deliberar sobre a saída nacional da greve e definir os próximos passos do movimento dos servidores.
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