Enquanto a Venezuela se prepara para as eleições presidenciais de alto risco no domingo, as autoridades norte-americanas indicaram que a abordagem da administração Biden às sanções contra o país da OPEP será influenciada pela conduta e justiça do processo eleitoral. Se o Presidente Nicolás Maduro, que concorre ao seu terceiro mandato, facilitar uma votação justa, Washington poderá considerar a possibilidade de aliviar as medidas punitivas.
As autoridades, falando sob condição de anonimato, destacaram a disponibilidade do governo dos EUA para “calibrar” a sua política de sanções em resposta aos acontecimentos que se desenrolam na Venezuela. Observaram também que os EUA examinariam a legitimidade das eleições, especialmente se Maduro afirmasse a vitória sem provas verificáveis, o que levaria a comunidade internacional a questionar o resultado eleitoral.
A anterior reeleição de Maduro, em 2018, foi amplamente rejeitada pelos EUA e pela maioria dos governos ocidentais como fraudulenta. Desde então, ele elogiou o sistema eleitoral da Venezuela como o mais transparente do mundo.
No entanto, a oposição e alguns observadores independentes levantaram preocupações sobre a integridade da votação de domingo, apontando as ações das autoridades eleitorais nomeadas por Maduro e as detenções de responsáveis da campanha da oposição como potenciais esforços para impedir uma eleição justa.
Os EUA têm alternado entre relaxar e reimpor sanções ao crucial setor petrolífero da Venezuela, respondendo ao cumprimento ou falta dele por Maduro com um acordo eleitoral destinado a garantir um voto democrático. As autoridades expressaram preocupações na sexta-feira sobre a possível repressão e alertaram os militares venezuelanos, um aliado tradicional de Maduro, contra influenciar as eleições.
Quanto à resposta dos EUA ao resultado eleitoral, as autoridades abstiveram-se de detalhar ações específicas, mas enfatizaram que, como a tomada de posse presidencial não está marcada para janeiro, a reação dos EUA seria provavelmente determinada nos restantes meses do ano. Reconheceram a possibilidade de sanções adicionais caso a eleição seja considerada fraudulenta por Maduro.
O governo também deixou aberta a possibilidade de retirar as acusações criminais contra Maduro para apoiar uma transição pacífica de poder caso ele perca as eleições. A presença de observadores internacionais, que o governo de Maduro limitou, foi enfatizada como crucial para garantir uma votação que reflita a vontade do povo venezuelano.
Edmundo González, opositor da oposição de Maduro, de 74 anos, e ex-diplomata experiente, assumiu a liderança da oposição no lugar de Maria Corina Machado. Machado, embora popular, foi impedido de ocupar cargos públicos. González prometeu que a mudança política poderia encorajar muitos migrantes venezuelanos a regressar a casa.
O mandato de Maduro foi marcado pelo colapso económico, migração em massa e relações diplomáticas tensas, exacerbadas por sanções que enfraqueceram a indústria petrolífera do país. Analistas sugerem que a reeleição de Maduro ou a turbulência pós-eleitoral poderão levar mais venezuelanos à fronteira EUA-México, complicando potencialmente o debate sobre imigração nos EUA, enquanto a vice-presidente Kamala Harris, a presumível candidata democrata, se prepara para a próxima campanha presidencial dos EUA.
A Reuters contribuiu para este artigo.
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