Um relatório recente do órgão de vigilância interno do Departamento de Justiça dos EUA revelou que altos funcionários do departamento durante a administração Trump estiveram envolvidos na decisão de diminuir a pena de prisão sugerida para Roger Stone (NASDAQ:), antigo conselheiro do presidente Donald Trump. A investigação, que examinou as ações de Timothy Shea, o principal procurador federal em Washington DC na época, concluiu que, embora a sua liderança tenha sido ineficaz, não houve má conduta ou influência política no caso.
Stone, que foi condenado por acusações que incluem obstrução, adulteração de testemunhas e mentira ao Congresso como parte da investigação sobre a suposta interferência russa nas eleições presidenciais de 2016, recebeu inicialmente uma sentença de 87 a 108 meses, de acordo com as diretrizes federais. No entanto, após consulta com o então procurador-geral William Barr, Shea autorizou uma sentença mais leve. Esta acção ocorreu antes do Presidente Trump tweetar a sua desaprovação da recomendação original da sentença, levando os procuradores a rever o seu pedido para um prazo mais curto e não especificado.
O relatório do inspetor-geral destacou que altos funcionários já haviam expressado preocupações de que uma sentença consistente com as diretrizes para Stone seria excessiva. Apesar da controvérsia política que se seguiu, com quatro procuradores a retirarem-se do caso e um a testemunhar sobre pressões de superiores, o relatório não encontrou provas de influência política indevida. O próprio Stone repetiu esta conclusão, afirmando que o relatório está alinhado com as declarações anteriores dele e de sua equipe jurídica.
O relatório também observou que Barr, que não concordou com uma entrevista com o inspetor-geral e não comentou as conclusões, ordenou que a recomendação original da sentença fosse alterada, o que foi visto como um afastamento de suas discussões anteriores com Shea.
Embora as conclusões do inspetor-geral não acusassem Barr e Shea de violar qualquer lei ou política do departamento, sua intervenção na sentença de Stone levantou questões. Stone acabou sendo condenado a 40 meses de prisão, mas mais tarde foi perdoado pelo presidente Trump. Shea ainda não respondeu às conclusões do relatório.
A Reuters contribuiu para este artigo.
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