Os agricultores familiares, além dos mariscadores e pescadores, serão contemplados com A implementação de quintais coletivos, cisternas, pontos de abastecimento de água e assistência técnica, por meio do Projeto Agroecológico Pernambucano. Em tudo, Serão investidos US$ 62 milhões, com US$ 50 milhões vindos do Banco Mundial e US$ 12 milhões em retorno do Governo do Estado.
Para isso, o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Fernando de Noronha (Semas) e o Banco Mundial, está realizando um levantamento da cadeia produtiva para identificar as necessidades de cada família. Segundo a presidente da IPA, Ellen Viégas, o projeto encontra-se numa fase crucial.
“Agora estamos na fase de planejamento. Fizemos nossa última missão em junho e finalizamos os documentos necessários para entregar ao banco. A expectativa é que Pernambuco seja incluído na reunião do Banco Mundial, que acontece em agosto, para aprovar o empréstimo”, disse ele.
Viégas destaca ainda que o planejamento inclui critérios rígidos de seleção das famílias beneficiadas e da região a ser contemplada. “As famílias participam de forma voluntária, e a primeira etapa será um diagnóstico direto com cada uma delas. Estamos focados em garantir que as ações do projeto sejam eficazes e adaptadas às necessidades locais”, destacou o presidente do IPA.
Construção
Nas reuniões híbridas realizadas na sede do IPA, os técnicos do Banco Mundial discutiram exaustivamente os próximos passos com representantes da Unidade de Gestão de Projetos e da Semas. O foco principal dessas discussões é garantir que o projeto seja implementado de forma eficiente e inclusiva, visando beneficiar diretamente famílias de agricultores, mariscadores e pescadores em diferentes regiões de Pernambuco.
Impacto
Carlos Magno, coordenador de mobilização social do Centro Sabiá, destaca a importância da parceria entre IPA e Semas no projeto. “O IPA e a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco têm uma boa sinergia nessa relação. O projeto tem potencial para melhorar significativamente a produção e comercialização agroecológica, além de impactar positivamente a vida dos agricultores familiares pernambucanos”, argumentou.
Magno também enfatiza a necessidade do envolvimento da comunidade local. “É essencial que o Governo ouça as comunidades e organizações. Precisamos de regressar ao comité estadual de política agroecológica para garantir que as vozes dos agricultores sejam ouvidas e respeitadas.”
Experiências
O Projeto Agroecológico Pernambucano visa não apenas fortalecer a agricultura familiar, mas também promover a sustentabilidade ambiental em todo o Estado. Adaptando experiências anteriores, como o Programa Estadual de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar, esperamos garantir o sucesso e a participação efetiva das comunidades.
“Esperamos que nossas expectativas possam realmente ser alcançadas. Que tenhamos projetos que olhem para um conjunto dessas dimensões para tentar transformar, tentar construir com os agricultores, respeitando as suas especificidades”, declarou o coordenador.
Com esses preparativos avançados e o envolvimento das partes interessadas, o projeto está no caminho certo para contribuir para o desenvolvimento sustentável de Pernambuco, beneficiando diretamente aqueles que dependem da agricultura familiar e promovendo práticas agroecológicas inovadoras.
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