O presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), afirmou que as negociações para a regulamentação da reforma tributária estão avançadas com o grupo de trabalho do Câmara dos Deputados.
Entre as discussões está a ampliação da cesta básica isenta de impostos, antes restrita a 15 itens.
“A inclusão das proteínas animais na cesta básica é um pedido da FPA. Parece que o grupo de trabalho concordou em incluir a carne na reforma tributária. se acontecer, será muito positivo”, disse Lupion aos jornalistas após a reunião semanal da bancada.
O novo relatório deve estabelecer a isenção de carne bovina, de frango e suína e especificar quais tipos de pescado estão sujeitos à tributação zero. Quanto à cesta básica, há também uma solicitação do setor produtivo para incluir os laticínios na lista de produtos isentos, menos avançada em relação à inclusão da carne.
Lupion mencionou que terá reuniões hoje e amanhã para negociações finais com membros do grupo de trabalho. “Estamos a tentar garantir que não haja necessidade de reação posterior. Esperamos que o relatório venha com os nossos pedidos já atendidos”, notou o presidente da FPA.
Além da composição da cesta básica, outros temas das negociações finais entre a bancada agrícola e o grupo de trabalho regulatório são o tratamento do setor cooperativo, a tributação dos produtores rurais e o regime tributário dos insumos agrícolas.
“Estamos negociando prontamente com o grupo de trabalho para que o texto se adeque ao nosso setor. As negociações são intensas em relação ao cooperativismo e, na minha opinião, serão positivas. Não vamos desistir da regulamentação do cooperativismo tributário”, comentou Lupion.
Entre os pontos que o setor considera necessários para o avanço em relação às cooperativas, Lupion citou a inclusão das cooperativas de crédito, de saúde e de trabalho no regime diferenciado e a não incidência de impostos sobre as cooperativas, garantida pela lei cooperativa.
“Estamos em alto nível de negociações para podermos avançar. Não podemos deixar as cooperativas de crédito entrarem em inércia por entendimento tributário”, pontuou.
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