Mais cedo ou mais tarde chegou a hora do reencontro. Após um hiato de seis anos, a banda NX Zero — formada por Di Ferrero, Fi Duarte, Gee Rocha, Caco Grandino e Daniel Weksler — se reuniu novamente para uma turnê no ano passado.
O primeiro show aconteceu em maio de 2023, no festival Mita, no Jockey Club do Rio de Janeiro. Hoje a banda retorna ao Rio para o maior show desde o reencontro. O grupo encerra o Palco Sunset neste sábado (14).
— Sempre nos perguntamos quando seria o momento certo para voltar, principalmente para encaixar isso na vida de cada um de nós. A pandemia também ajudou nessa vontade de voltar, de comemorar… E passou a ser um momento incrível para os shows — conta o vocalista.
O baterista Daniel Weksler acrescenta:
— E lá estava a pilha da Di. Ele visitou a casa de cada pessoa e foi conversar pessoalmente.
O reencontro, definido por eles como uma “celebração” da carreira, acontece em um momento em que bandas de rock que fizeram sucesso no início dos anos 2000, como Simple Plan, Fresno e Paramore, também voltam aos holofotes. E o que eles têm em comum?
Além de contemporâneos, todos faziam parte do movimento emo — com músicas mais melancólicas, introspectivas e uma estética que refletia esse estado de espírito.
Os integrantes do NX Zero, porém, não gostam de se enquadrar nessa definição.
— Desde que começamos, achamos ruim nos rotularmos porque queríamos ampliar nosso público. Sim, participamos dessa cena emo, mas priorizamos tocar rock — afirma o guitarrista Gee Rocha.
Loucura de admirador
Se por um lado a banda não leva literalmente a estética emo sofrida, por outro lado, os fãs gostam de expor todos os seus sentimentos.
Di Ferrero conta que já passaram por algumas loucuras vindas de admiradores, como presenciar um torcedor se jogar na frente da van em que estavam e não deixar o carro sair, além das famosas cartas de declaração quilométrica.
Um admirador mais comedido, que “pelo menos uma vez por mês” atuava nas redes sociais pedindo a volta do NX Zero, é o apresentador Marcos Mion, diz Di.
Unidos e mais maduros — afinal, quando começaram tinham menos de 20 anos e hoje estão perto dos 40 — os músicos se preparam para grandes apresentações. Segundo eles, agora é o momento de curtir os palcos sem as pressões do início da carreira.
— Tínhamos medo de não chegar lá e a insegurança tem a ver com maturidade. E levamos essas questões para o ensaio, foi como uma terapia, superamos juntos — conta Di. — Nossa turnê será um grande agradecimento, faremos o maior show que já fizemos, bem pensado em todos os sentidos, entregaremos 100%.
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