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Nada limitou as ambições artísticas de Luis Lobianco nos últimos anos. O ator, que ficou conhecido do grande público por seu trabalho na comédia, tem mergulhado nos mais variados convites dentro da televisão.
Atualmente, faz forte incursão no drama na densa segunda temporada de “Os Outros”, original do Globoplay, em que interpreta o solitário Durval.
“Tenho procurado personagens complexos. Não quero entrar em nenhuma gravadora. Eu sinto que fui capaz de fazer isso. Procuro não me fixar em um único gênero”, ressalta.
Na segunda temporada de “Os Outros”, Seu Durval, uma das figuras mais conhecidas do condomínio, é um dos novos personagens da nova série de episódios.
Viúvo, mora com seu gato de estimação Dudu, a quem ama incondicionalmente. Ele busca na fé uma saída para um vício aparentemente adormecido.
“Durval tem sido um homem solitário desde que sua esposa morreu. Devido à partida precoce de sua amada, sua saúde ficou muito debilitada e ele se tornou um homem frágil. O que ameniza sua dor é seu gato de estimação, Dudu. Durval dedica seus dias cuidando do animal”, afirma.
Ao longo dos anos, você ficou muito marcado por seus papéis na comédia. Como seu nome chegou ao elenco do drama “Os Outros”?
Foi a convite de Luisa Lima, que é a diretora artística. Eu estava na reta final do “Vai na Fé” quando ela disse que tinha um papel para mim. Eu já conhecia a série e nem pensei duas vezes. Eu nem sabia o que era, mas já estava lá dentro. Quando ela me enviou os episódios, eu os adorei.
Você ficou surpreso com o convite para assumir um papel mais dramático?
Não me surpreendeu porque já era uma busca minha há algum tempo. Quero fazer personagens mais complexos e não ficar presos a um rótulo. E acho que consegui fazer isso. Estou num filme infantil, depois numa comédia, algo mais dramático… Como ainda não me acomodei em nenhum gênero, acho que as pessoas estão vendo isso. É algo que sempre fiz no teatro. Se você puder fazer isso na TV, será maravilhoso também.
Na história, Durval é um viúvo solitário. O que chamou sua atenção nessa trama?
A fragilidade física deste homem. A dor fez com que ele se deteriorasse. Ele tem uma fragilidade, mas não é algo identificável. Isso não é contado na história. É algo da construção do ator. É como se o mundo assustasse este homem. Ele era vulnerável ao universo. Exerci um lado mais observador para construir esse papel.
Assim?
Nunca morei em condomínio assim, mas tenho parentes que moram. Está perto, mas longe ao mesmo tempo. Para construir Durval, lembrei-me muito de um personagem do filme “Morte em Veneza” (de Luchino Visconti). O personagem também se deteriora ao buscar uma juventude que nunca mais volta. Tive muitos problemas com a equipe de guarda-roupa.
Recentemente, você também começou a trabalhar na nova temporada de “Vai que Cola”, no Multishow. O que pode ser dito sobre esse novo lote de episódios?
As pessoas da pensão voltarão para o Méier. Então, temos uma temporada muito nostálgica e redentora. Vamos resgatar as coisas do início do programa. Acho que é uma celebração de um projeto tão antigo. Está no ar há 12 anos. Há toda uma atmosfera comemorativa. Estou adorando.
SERVIÇO
“Os Outros” – Segunda temporada disponível para assinantes do Globoplay.
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