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A Prefeitura do Recifeatravés do Gabinete de Inovação Urbana, lança na próxima quarta-feira (17) o Circuito Megamuraisum percurso de visita às obras de arte que adornam os edifícios visíveis ao público na cidade.
O evento, que terá início às 18h, no Teatro do Parqueno bairro Boa Vista, contará com a apresentação oficial do circuito, show de Zé Brown e exibição de documentário que revela as histórias por trás das obras com protagonismo dos artistas envolvidos.
Os megamurais apresentados são resultados do primeiro edital de Pernambuco, lançado em setembro de 2021 pela Prefeitura do Recife por meio do Gabinete de Inovação, que está transformando a cidade em uma grande galeria de arte a céu aberto.
As obras são inspiradas no tema “Recife Cidade da Música”, comemorando a inclusão do Recife na Rede de Cidades Criativas da UNESCO na categoria música. Até o momento, foram investidos R$ 675 mil, com nove projetos concluídos e dois em andamento, contribuindo para a difusão da cultura e do conhecimento.
Nesta primeira etapa, o Circuito Megamurais está distribuído em nove pontos do Centro do Recife, localizados na região ruas do Hospício, Princesa Isabel, Unidade, Anseio, Riachueloe assim por diante Avenida Conde da Boa Vista.
Em cada local, o visitante encontrará uma placa descrevendo a obra de arte, um mapa com orientações para outros megamurais, além de um QR code que direciona para a ficha técnica e um documentário sobre as obras.
A partir de agosto, os cidadãos que visitarem os megamurais e fizerem o check-in pelo aplicativo Conecta Recife ganharão moedas capibas, um crédito social digital que pode ser trocado por prêmios e produtos, como ingressos, cupons, vale-compras em empresas parceiras e benefícios na alimentação, comunicação e lazer.
Todas as terças-feiras, de 6 de agosto a 1º de outubro, o Cine Teatro do Parque apresentará documentários produzidos pelos artistas como parte de sua programação semanal. Cada obra da programação segue a ordem de classificação dos projetos selecionados no Edital Megamurais, celebrando a história, a cultura e a identidade do povo pernambucano.
Confira as datas e detalhes das exibições no Cine Teatro do Parque:
06/08, 19h: Nossa Rainha já foi coroada – Nathê Ferreira e Fany Lima
É uma poderosa homenagem aos personagens negros do Maracatu Nação, um evento cultural afro-brasileiro de Pernambuco. O mural busca transmitir as vivências das artistas, duas mulheres negras, em suas respectivas comunidades: Maracatu Nação Xangô Alafim, localizada em Jaboatão dos Guararapes, e Maracatu Nação Cabeça de Nêgo, em Camaragibe.
13/08, 19h: Recife Meu Amor – Marquinhos ATG
Vem com a proposta de representar de forma colorida, simples e alegre toda a essência cultural que a cidade do Recife exala em suas diversas expressões artísticas e culturais. Capital da música que inspira músicos, artistas e poetas, movidos por ritmos musicais e festas populares, que expressam toda a pluralidade de uma cidade multicultural e libertária.
20/08, 19h: Naná Vasconcelos, Sinfonia e Batuques – Micaela Almeida
É um encontro da arte urbana emergente com a produção de Naná Vasconcelos em sua cidade natal. É a primeira vez que um trabalho dessa magnitude é dedicado ao único artista brasileiro a receber oito prêmios Grammy e a conquistar oito vezes o título de maior percussionista do mundo pela revista Down Beat. Naná Vasconcelos continua a ser uma figura inspiradora e influente no cenário artístico e musical.
27/08, 19h: Rua Cria e Cidade Dança – Vários Nomes
Celebra o frevo como símbolo cultural de Pernambuco, homenageando as bailarinas Inaê Silva e Rebeca Gondim. O frevo, uma das expressões culturais mais representativas do Recife, surgiu no final do século XIX durante o Carnaval e se consolidou como manifestação das classes populares, na configuração dos espaços públicos e das relações sociais nas cidades do Recife e de Olinda. Portanto, o frevo não é apenas um gênero musical, mas também uma dança que carrega a energia das ruas, becos e vielas animadas dessas cidades.
03/09, 19h: Raízes de Coco – Ianah e Bubu
O coco de roda é uma tradição afroindígena profundamente enraizada em nossa cultura. A obra homenageia todas as mulheres que fazem esse ritmo acontecer, personificado na figura de Aurinha. Alguns deles, junto com outros mestres, são ‘pintados’ na saia da coquista, que toca e dança essa cultura ancestral e contagiante. Um dos grandes diferenciais deste trabalho é o uso da geopintura.
09/10, 19h: O Rei é Rua – Osmo Crew
Em 2021, o brega, gênero musical consagrado em Pernambuco, ganhou o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Recife. O ritmo, que tem raízes na Jovem Guarda da década de 1960, em serenatas e clubes de bairro, consolidou-se em meados da década de 1980 na capital pernambucana e nas cidades vizinhas. Principal expoente deste estilo musical, Reginaldo Rossi, conhecido como “O Rei do Brega”, foi escolhido pelo coletivo OSMO para ilustrar a cultura do brega, patrimônio artístico e cultural popular, negro e periférico.
17/09, 19h: O som nasce na semente – Priscila Avelin e Yony Seres
O megamural foi criado pela Galeria Lama, primeira galeria de artistas urbanos do Recife, e é assinado pelos artistas visuais Priscila Avelin, do Coletivo Acorde a Floresta, e Yony Seres, da Galeria Lama. No concreto da cidade, que todos os dias é palco de manifestações sonoras e visuais, o mural encontra sua voz. O painel destaca instrumentos da cultura popular que dependem das florestas, como o maracá, a alfaia e o berimbau, reforçando a importância da preservação ambiental. Esta obra abre o diálogo sobre a importância de preservar a floresta, celebrar a agroecologia e nutrir a cidade com arte.
24/09, 19h: Ritmo e Poesia – Crew PixeGirls, arte de Tab e Bubu
Foi inspirado na cena musical artística contemporânea da periferia da cidade do Recife. Os artistas Tab e Bubu, integrantes da equipe PixeGirls, foram os responsáveis pela criação da arte que homenageia o rapper pernambucano Bione, um dos principais representantes do rap no Movimento Hip Hop Pernambucano. Em suas letras e apresentações, Bione traz as especificidades de suas experiências como mulher negra, periférica e LGBTQIAPN+, permeada por lutas pela própria existência, mas também marcada por resistências e forças.
01/10, 19h: Raiar do Pife – Max Motta
É uma ode e reverência ao pífano, instrumento de sopro tradicional da cultura popular nordestina, com raízes indígenas e influências afro-brasileiras. Com 363m², o megamural retrata uma mulher negra tocando pífano, vestida com trajes juninos e um autêntico chapéu de couro do sertão nordestino, simbolizando a cultura e a resistência musical de seu povo. A obra busca resgatar a memória dos mestres ancestrais e lançar luz sobre a importância de preservar e celebrar as tradições culturais.
Aviso de megamurais– No total foram classificados 24 projetos que retratam o tema “Recife Cidade da Música” através da arte, sendo nove concluídos e dois em andamento. A contratação para execução de megamurais depende da disponibilidade de construção e da capacidade técnica do proponente exigida pelo edital, bem como da disponibilidade orçamentária durante o período de vigência.
O valor pago pelos serviços prestados é de R$ 75 mil, correspondente ao tamanho padrão da empena de 200 (duzentos) a 400 (quatrocentos) metros quadrados – sendo da responsabilidade do proponente credenciado todos os custos relativos ao planejamento e execução das intervenções artísticas em empenas cegas (fachadas sem aberturas) de edifícios de visibilidade pública no Recife.
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