Segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, em 2023 o país registrou 13.897 casos, ante 12.237 em 2022
O Relatório do Anuário Brasileiro de Segurança Pública apontou que Mato Grosso do Sul deixou de ocupar o 3º lugar e está em 5º lugar no índice de insultos raciais registrados no país.
Em 2023, o Estado registrou 485 casos, enquanto em 2022 foram 482. Em relação à taxa, o aumento foi de 0,01, passando de 17,5 para 17,6.
Taxa de insultos raciais no estado
- Rondônia 61,3
- Santa Catarina 30,0
- Distrito Federal 25,9
- Amapá – 18,9
No levantamento anterior que incluiu dados dos anos de 2021 e 2022, o Estado ficou em terceiro lugar entre as Unidades da Federação.
Racismo
O relatório apresenta um aumento na variação de 342,6 no índice de casos de racismo, o que coloca o Estado em terceiro lugar no ranking de registros criminais no país.
Enquanto em 2022 foram 5.100 registros, no ano seguinte houve um aumento de 11.610. O que indica que a taxa saltou de 1,7 (2022) para 7,5 (2023).
Taxa de racismo por estado
- Paraná 630,0
- Rio Grande do Norte 345,7
Em 12 de janeiro de 2023, o Presidente Luís Inácio Lula da Silva sancionou o Lei 14.532em que o crime de injúria racial entrou na categoria de racismo.
Antes da mudança na lei, a pena para quem cometia o crime de injúria racial não passava de seis meses.
Saiba o que mudou com a promulgação da Lei 14.532:
- Prevê 2 anos de prisão;
- Proibição de visitar locais desportivos, artísticos ou culturais durante 3 anos.
Veja a tabela completa
Como denunciar?
Basta utilizar o número da Linha Direta de Direitos Humanos – Disque 100 -, canal aberto por Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania que atende às demandas de pessoas que sofrem qualquer tipo de violação e também daquelas que se encontram em situação de vulnerabilidade racial.
Casos tratados
- Racismo
- Violência ou discriminação contra as mulheres
- Homofobia
- Xenofobia
- Intolerância religiosa
- Pornografia infantil
- Apologia e incitação a crimes contra a vida
- Tráfico humano
- Neonazismo
Basta utilizar o número da Linha Direta de Direitos Humanos – Disque 100 -, canal aberto pelo Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania que atende demandas de pessoas que sofrem qualquer tipo de violação e também daquelas que se encontram em situação de vulnerabilidade racial.
Outra forma é pelo site do Governo Federal clicando aqui. Na página aparecerão “Outros canais de denúncia”, que poderão ser feitos via WhatsApp, Telegram e com acessibilidade (videochamada em Libras).

Casos tratados
- Racismo
- Violência ou discriminação contra as mulheres
- Homofobia
- Xenofobia
- Intolerância religiosa
- Pornografia infantil
- Apologia e incitação a crimes contra a vida
- Tráfico humano
- Neonazismo
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