Numa mudança significativa no cenário tecnológico chinês, o HarmonyOS da Huawei ultrapassou o iOS da Apple (NASDAQ:) para se tornar o segundo sistema operacional móvel mais popular da China, conforme relatado pela empresa de pesquisa Counterpoint. Este desenvolvimento ocorre no momento em que a Huawei, uma gigante tecnológica com sede em Shenzhen, China, tem vindo a promover um ecossistema de software local para reduzir a dependência da China de sistemas operativos estrangeiros, como o Windows e o Android.
O Centro de Inovação do Ecossistema Harmony em Shenzhen é uma prova desse esforço, apresentando vários dispositivos rodando em OpenHarmony, uma iteração de código aberto do sistema operacional da Huawei. O OpenHarmony vem ganhando força como um “sistema operacional nacional” em meio a preocupações crescentes de que as empresas chinesas possam perder acesso ao Windows da Microsoft (NASDAQ:) e ao Android do Google (NASDAQ:) devido às restrições de exportação dos EUA.
O Presidente Xi Jinping enfatizou a urgência de localizar sistemas operacionais e outras tecnologias no ano passado, à luz da repressão dos EUA às exportações de tecnologia avançada para a China. O esforço da Huawei nesta direção alinha-se com o objetivo mais amplo de Pequim de alcançar a autossuficiência tecnológica.
A Huawei lançou o HarmonyOS em agosto de 2019, logo após os EUA imporem restrições comerciais à empresa. Desde então, a Huawei tem vindo a desenvolver experiência em setores cruciais, incluindo sistemas operativos e software para veículos. Espera-se que o recente aumento na popularidade do HarmonyOS incentive ainda mais a adoção do OpenHarmony.
A empresa também fez progressos no afastamento do Android, lançando uma versão “pura” do HarmonyOS que não oferece suporte a aplicativos baseados em Android, marcando um movimento significativo em direção a um ecossistema de aplicativos independente na China.
De acordo com o relatório anual de 2023 da Huawei, o OpenHarmony foi o sistema operacional de código aberto que mais cresceu no ano passado, com mais de 70 organizações contribuindo para o seu desenvolvimento. O sistema operacional foi implementado em vários setores, incluindo finanças, educação e aeroespacial.
O presidente do grupo de negócios de consumo da Huawei, Richard Yu, expressou confiança no potencial do HarmonyOS durante uma conferência de desenvolvedores na semana passada, afirmando que ele se tornaria um sistema operacional convencional, oferecendo uma alternativa ao iOS e ao Android.
O ecossistema Harmony recebeu forte apoio de Shenzhen, que tem sido historicamente um campo de testes para políticas que são posteriormente implementadas em todo o país. Existem planos para expandir os centros Harmony para mais 10 cidades, após a abertura de um centro em Chengdu.
Com mais de 900 milhões de dispositivos rodando HarmonyOS e 2,4 milhões de desenvolvedores envolvidos no ecossistema, os esforços da Huawei parecem estar dando frutos. A adoção do OpenHarmony ainda está em grande parte confinada à China, mas o interesse internacional é evidente, com a Fundação Eclipse em Bruxelas a utilizá-lo para o projeto Oniro destinado a telemóveis e dispositivos IoT.
Apesar dos desafios de ganhar força entre os desenvolvedores para grandes projetos de código aberto na China, a crescente participação de mercado de smartphones do HarmonyOS e o compromisso da Huawei em desenvolver um ecossistema abrangente apresentam um argumento convincente para a sua expansão contínua.
A Reuters contribuiu para este artigo.
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