A Arteris Litoral Sul confirmou que a implantação da faixa exclusiva para motocicletas na BR 101, entre São José e Palhoça, levará mais algum tempo. Segundo a concessionária, o motivo é que a proposta está em fase de estudo de viabilidade.
O faixa exclusiva para motocicletasconhecida como motofaixa, tem como objetivo reduzir o risco de acidentes com motociclistas no trecho que atravessa a Grande Florianópolis. Embora o projeto seja considerado importante, a Arteris afirma que não há expectativa de início da instalação.
Em dezembro de 2023, o diretor superintendente da empresa, Antônio Cesar Ribas Sass afirmou que a rodovia seria instalada após a entrega do contorno viário, entregue na última sexta-feira (09). O anúncio de César foi durante reunião da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa.
O diretor destacou ainda que o espaço destinado aos motociclistas seria de 1,4 metro em uma extensão de pelo menos 20 quilômetros, entre São José e Palhoça.
A afirmação foi feita ao deputado estadual, Sérgio Guimarães (União). O parlamentar reforçou a importância do projeto. Guimarães foi um dos principais defensores do modelo. Apresentou um projeto de lei na Assembleia Legislativa, que foi aprovado pelos parlamentares, mas vetado pelo governador Jorginho Mello.
Prazo para faixa exclusiva para motocicletas
Sobre o prazo dado pela Arteris para implantação do sistema na BR 101, o deputado afirmou que a empresa responsável pela gestão da rodovia deverá observar o comportamento dos motoristas ao utilizar o contorno da via. “Estaremos cobrando da Arteris a construção da pista o mais rápido possível, para que os motociclistas possam circular com mais segurança”, disse.
A Arteris deverá utilizar o mesmo modelo que já foi implementado em São Paulo. Na capital paulista são aproximadamente 220 quilômetros de extensão. A prefeitura afirma que na redução dos acidentes com a faixa exclusiva para motocicletas em 12 meses de operação, não foram registradas mortes de motociclistas. A gravidade das colisões também foi considerada pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Para implementá-lo em Santa Catarina, a Arteris precisa contar com a aprovação do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), órgão federal que regulamenta questões relacionadas ao trânsito. Entre as exigências da instituição estão características como o espaço para deslocamento dos motociclistas, que não pode ficar próximo à via destinada aos caminhões.
Além dessas questões, a mais complexa é a exigência do Denatran de que a velocidade máxima seja de 60 km/h. No caso da BR 101, a velocidade máxima no trecho da Grande Florianópolis é de 100 km/h, o que naturalmente poderia prejudicar a proposta.
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