O valor inicial da primeira etapa do novo acesso às Moreninhas era de R$ 41,33 milhões e após ajustes subiu para R$ 45,45 milhões
Financiado pelo governo do estado, o projeto de criação de um novo acesso da região central de Campo Grande a Moreninhas passou por mais um reajuste, e agora o aumento em relação ao contrato inicial chega a quase 10%, passando dos R$ 41,33 milhões iniciais para R$ 45,45 milhões.
A primeira etapa dessa obra, iniciada em dezembro de 2022, está praticamente concluída. O problema é que a segunda fase ainda não tem data para sair do papel e sem essa sequência a nova avenida está ligando Moreninhas ao “lugar nenhum”, já que o novo asfalto termina no meio de um pasto.
O projeto já havia passado por um reajuste e passou para R$ 43,47 milhões. Desta vez, segundo publicação do Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (16), a empreiteira Anfer passa a ter direito a um novo acréscimo de R$ 1.985.418,50.
Além de conceder reajuste de mais 4,5% sobre o valor acordado até então, a Agesul também prorrogou o prazo de conclusão da obra, que deveria ter sido concluída na semana passada (6 de agosto), para 1º de fevereiro do próximo ano.
O asfalto está praticamente pronto e o trânsito aberto. Em alguns trechos o passeio público já foi instalado.
Ainda faltam a ciclovia, que já foi iniciada em alguns trechos, e a conclusão dos trevos de acesso na Avenida Guri Marques. Até a recapeamento de cerca de 800 metros desta avenida já foi concluída.
Além de beneficiar os moradores da região, como a Avenida Alto da Serra foi totalmente repavimentada e outras vias do bairro receberam novo asfalto, a obra tem como objetivo principal oferecer uma nova via de acesso às Moreninhas e desafogar o trânsito nas avenidas Costa e Costa. Silva e Guri Marques.
Isso será possível com a segunda etapa do projeto, que ligará o final da Avenida Alto da Serra à Rua Salomão Abdala, criando uma ligação com as avenidas Guaicurus, Rita Vieira de Andrade e Eduardo Elias Zahran.
O investimento previsto nesta segunda-feira é de R$ 32 milhões em pavimentação, drenagem, construção de ponte e instalação de ciclovia.
ATRASO
Contudo, esta segunda etapa está longe de sair do papel. Em janeiro do ano passado, a Agesul chegou a abrir licitação para contratação de empreiteira. Contudo, os procedimentos foram interrompidos e a promessa feita no final de julho é que um novo concurso está prestes a ser anunciado.
Ainda em janeiro do ano passado, a prefeitura de Campo Grande desapropriou 52 imóveis para permitir a instalação da nova avenida. A indenização, porém, não foi feita e há um proprietário que já entrou na Justiça para obter o pagamento. Juntos, somam pouco mais de R$ 10,5 milhões e a administração estadual prometeu pagar até esse valor.
O secretário municipal de Obras, Marcelo Miglioli, garante que os pagamentos estão ocorrendo e que o atraso no início das obras da segunda etapa não é de responsabilidade da administração municipal. Ao mesmo tempo, revela que parte da remuneração está em processo de revisão.
FIM DA LINHA
Por enquanto, a nova e imponente avenida liga a região das Moreninhas a um pasto protegido por uma cerca de arame onde está afixada uma placa informando que é proibido caçar, pescar, nadar, desmatar, jogar lixo e fazer fogo na região, por ser um Área de Preservação Permanente (APP).
Embora ainda falte sinalização horizontal e vertical, o trânsito na nova avenida é livre. No entanto, os motoristas que utilizam a estrada são obrigados a voltar assim que chegam ao pasto. Em alguns locais, marcas de pneus no asfalto mostram que a pista está sendo utilizada por motociclistas para realizar manobras extremas.
Essa nova avenida termina logo após o córrego Lageado, que recebeu uma grande ponte e para onde foi direcionada a gigantesca estrutura de drenagem de águas pluviais instalada na região.
como pedir empréstimo no bradesco
0800 itau financiamentos
inss liga para confirmar dados
empréstimos manaus
até quanto um aposentado pode pegar de empréstimo
emprestimo funcionario publico
solicitar emprestimo bolsa familia