Além da classificação para as quartas de final, que aconteceu mais por demérito dos demais adversários do que por mérito brasileiro, não há mais o que comemorar no que diz respeito ao Seleção Brasileira de Futebol Feminino. Na verdade, apenas arrependimento.
Derrota para os atuais campeões mundiaisnesta quarta-feira (30), no Estádio do Bordeaux, a 500km da capital francesa, expôs, mais uma vez, um time frágil, sem personalidade e sem nenhuma tática.
Não apenas no segundo tempo, quando foram 61 minutos com um jogador a menos, após a expulsão infantil da capitã e rainha Marta, ainda no primeiro tempo. Pelo contrário, defeitos presentes durante os 44 minutos do primeiro tempo, quando o técnico Arthur Elias teve o time completo.
Isso não fica claro apenas nas estatísticas do primeiro tempo, em que a Espanha teve 55% de posse de bola, nove chutes contra apenas um do Brasil, sete escanteios contra dois e as cinco defesas importantíssimas da goleira Lorena.
Mas, os milhares (não muitos) de torcedores que estiveram presentes no Estádio do Bordeaux e os outros milhões de espectadores ao redor do mundo, viam os jogadores brasileiros praticamente assistindo os jogadores espanhóis jogarem e, de vez em quando, quando possível, ensaiavam um contra ataque.
Não agradou o público
Alê é cantor, nasceu em Salvador, na Bahia, e mora na França há 13 anos. Desde os 12 anos não ia a um estádio de futebol, sendo o último o Fonte Nova. Para ver a seleção feminina, ela vestiu a camisa do Bahia e se decepcionou com o que viu. “Esquema tático horrível, buraco no ataque, não houve ataque nenhum. É uma pena a Marta ter recebido cartão vermelho, foi feio encerrar a carreira na seleção”, analisou.
(Possível) Despedida melancólica
Com a expulsão e aos 38 anos, Marta só voltará a vestir a camisa verde e amarela nas Olimpíadas, se o Brasil conseguir fazer o que não fez nas duas últimas Copas do Mundo: vencer a França.
A seleção mandante foi responsável pela eliminação do Brasil nas oitavas de final de 2019 e também voltou a vencer na fase de grupos da última Copa do Mundo, em 2023, na Austrália e na Nova Zelândia.
O camisa 10 da Canarinha saiu de campo aos prantos e inconsolável. Lá fora, os torcedores presentes tentavam se acalmar. Aplaudiram e gritaram pelo nome da Rainha, incrédulos que pudesse ser assim, desta forma abrupta e triste, que a magnífica história do maior jogador brasileiro de todos os tempos pudesse chegar ao fim.
“A única coisa que você pode dizer para a Marta, cara, é: ‘Obrigado, mulher!’”, garante Alê, “ela colocou as mulheres lá em cima, incentivou todas as crianças do sexo feminino a aderirem ao esporte que é a nossa bandeira nacional, ela fez um trabalho impecável, deu muito ao país. Não é por causa de um jogo em que ela recebe um cartão vermelho que vamos virar o rosto para ela. Marta só merece aplausos e muito carinho”, finalizou a cantora baiana.
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