O mercado está em alta em meio à valorização dos rendimentos do Tesouro, à queda das commodities e ao desconforto persistente nas contas públicas do Brasil.
Há expectativas de definições na área fiscal. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne esta manhã com os principais ministros da área econômica e com membros da Diretoria de Execução Orçamentária à tarde, com início previsto para 15h30. O governo discute estratégias de bloqueio no Orçamento, com contenção de gastos, para equilibrar as contas públicas e atingir a meta fiscal deste ano.
A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse na madrugada desta quinta-feira que a equipe econômica está “muito tranquila” com a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 no Congresso Nacional. Segundo ela, o projeto foi “bem elaborado” e deverá ser votado entre agosto e setembro, “sem problemas”.
Os contratos futuros caíram, revertendo os ganhos overnight, em meio à valorização do dólar frente às principais moedas e a diversas moedas emergentes e vinculadas a commodities. Já caiu 0,92% em Dalian, na China.
O dólar avança ligeiramente em relação ao euro. Tal como esperado pelos analistas, o BCE manteve a taxa de depósito em 3,75%; a taxa de refinanciamento em 4,25%; e a taxa de refinanciamento em 4,25%. As expectativas voltam-se para a entrevista com a presidente do BCE, Christine Lagarde.
Nos EUA, por volta das 9h30, as taxas de juro da moeda americana e do Tesouro abrandaram as suas subidas, reagindo ao aumento do número de pedidos de subsídio de desemprego no país, de 20 mil, na semana encerrada a 13 de julho, para 243 mil, acima a expectativa dos analistas consultados pela FactSet, que previam 229 mil solicitações. O total de encomendas da semana anterior foi ligeiramente revisto em alta, passando de 222 mil para 223 mil.
A moeda americana também se fortalece em relação à libra e ao , não havendo por enquanto sinais de intervenção do Banco do Japão (BoJ) para apoiar o iene, após especulações de que a autoridade japonesa teria agido ontem e duas vezes na semana passada. Os investidores ainda estão atentos aos sinais sobre um possível segundo mandato do ex-presidente Donald Trump, que se tornou o favorito para vencer as eleições de novembro, após o ataque contra ele no último sábado.
Trump tem questionado o apoio dos EUA a Taiwan contra uma possível invasão da China e também tem defendido planos para impor tarifas sobre produtos chineses. Há também a possibilidade de piora fiscal devido a planos de redução de impostos para empresas. O presidente dos EUA, Joe Biden, está no radar depois de testar positivo para Covid e admitir ontem, antes da doença ser confirmada, que reavaliaria sua candidatura caso os médicos dissessem que ele tinha um problema de saúde.
No mercado de câmbio, ainda há expectativas de internalização de recursos no Brasil por investidores estrangeiros que participam do processo de privatização da Sabesp (BVMF:). Nesse caso, a expectativa é que a privatização possa gerar mais de R$ 16 bilhões. Além disso, acontece nesta quinta-feira a venda de ações que a Eletrobras (BVMF:) possui da transmissora de energia Isa Cteep, arrecadação que pode chegar a R$ 3,5 bilhões com a venda de lotes extras.
Às 9h33, o dólar à vista subia 0,52%, a R$ 5,5130. O dólar referente a agosto ganhou 0,47%, a R$ 5,5240.
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