O ex-prefeito de Duque de Caxias (RJ) e secretário de Transportes do Estado do Rio de Janeiro, Washington Reis (MDB), foi um dos alvos da operação da Polícia Federal (PF), deflagrada nesta quinta-feira, 4, que investiga suposta fraude nas carteiras de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Na sua segunda fase, a Operação Venire já havia culminado na prisão de seis suspeitos em maio de 2023, e indiciado Bolsonaro em março deste ano. Na ocasião, também foram executados 16 mandados de busca e apreensão, em endereços de Brasília e do Rio de Janeiro.
Segundo a investigação da PF, foi da cidade de Duque de Caxias que veio a adulteração nos registros de aplicação de doses de vacina contra a covid-19 ao ex-presidente. As investigações tiveram origem na Controladoria-Geral da União (CGU) e foram reveladas pelo Estadão/Transmissão.
A falsificação, segundo a PF, tinha como objetivo burlar regras sanitárias durante a pandemia de covid-19, evitando possíveis problemas para a entrada de Bolsonaro nos Estados Unidos, país que exigia a imunização de estrangeiros, no final de 2022, e onde ele foi depois de perder as eleições presidenciais.
O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de campo de Bolsonaro, foi um dos presos na primeira fase. Ele assinou um acordo de delação premiada e foi solto no dia 9 de setembro – as informações que ele forneceu ajudaram na investigação da tentativa de golpe de estado, na qual Bolsonaro também é investigado. Segundo os investigadores, Cid imprimiu a carteira de vacinação falsa do ex-presidente dentro do Palácio da Alvorada.
Após uma primeira tentativa fracassada de fraude, Cid solicitou uma nova carteira de vacinação ao ex-major do Exército Ailton Gonçalves Moraes Barros, que emitiu o documento em Duque de Caxias. Segundo a PF, em dezembro de 2022, João Carlos de Sousa Brecha, então secretário de Governo de Duque de Caxias, inseriu dados fraudulentos no sistema SUS sobre a suposta vacinação de Bolsonaro.
As informações inseridas indicavam que o então presidente foi à cidade do Rio de Janeiro para receber doses da vacina Pfizer (NYSE:) nos dias 13 de agosto e 14 de outubro de 2022. Porém, segundo as investigações, não foi comprovada a viagem de Bolsonaro à cidade do Rio de Janeiro nas datas indicadas.
Os dados inseridos por Sousa Brecha foram apagados seis dias depois pela servidora Claudia Helena Acosta, chefe do Centro de Vacinação da cidade, alegando “erro”. Entretanto, porém, o comprovativo de vacinação já tinha sido impresso com as informações fraudulentas, que foram entregues às autoridades de imigração dos Estados Unidos.
Sousa Brecha foi preso durante a primeira fase da Operação Venire. Nesta segunda fase, Célia Serrano da Silva, secretária de Saúde do município, também foi alvo.
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